De acordo com dados da Gate, PYTH está cotado a US$0,21, valorizando 83,55% em 24 horas. O Pyth Network atua como oráculo, fornecendo dados de mercados financeiros para múltiplas blockchains. PYTH é seu token de governança. Michael Cahill, CEO da Douro Labs (desenvolvedora do Pyth), trabalhou em projetos especiais da Jump Crypto.
A colaboração entre o Departamento de Comércio dos EUA, a Chainlink e o Pyth Network impulsionou a valorização expressiva do PYTH. Pela primeira vez, dados macroeconômicos oficiais — PIB, Índice de Preços PCE e Vendas Finais Reais — foram disponibilizados on-chain. Plataformas DeFi e apps blockchain agora acessam dados governamentais verificáveis em tempo real, facilitando ajustes em taxas de empréstimo, colaterais e novos produtos financeiros vinculados à inflação. As principais blockchains, como Ethereum, Avalanche, Arbitrum e Optimism, vão distribuir essas informações, ampliando transparência e confiabilidade. O mercado enxerga essa integração como passo decisivo para unir finanças tradicionais ao DeFi, elevando a demanda e o preço do PYTH.
OMI está negociando a US$0,00042, alta de 94,21% em 24 horas. A ECOMI, empresa de tecnologia de Singapura, opera na blockchain ORBIS, oferecendo transações digitais seguras e eficientes. A plataforma VeVe permite que usuários Web3 comprem, coletem e negociem colecionáveis digitais licenciados.
O salto de preço aconteceu após a VeVe lançar uma função inédita: a partir de 19 de novembro de 2025, será possível converter OMI em Gems (indexados ao dólar) via StackR, para adquirir figuras digitais e quadrinhos. Esse novo uso impulsionou a adoção do OMI e aumentou o volume de negociações.
Segundo dados da Gate, TREE é negociado a US$0,37, valorizando 21,02% em 24 horas. Com o respaldo de grandes investidores, como Wintermute, GSR, GFC e Lightspeed, a Treehouse oferece dois módulos principais:
A recuperação do sentimento do mercado e a evolução do ecossistema resultaram na recente valorização de TREE. Após queda acentuada pós-airdrop em julho pela pressão de venda, o interesse voltou a subir. Ademais, a Conflux Network anunciou parceria estratégica com a AIOZ Network para integrar serviços de infraestrutura descentralizada, como marketplace IA, streaming de mídia, armazenamento de objetos e fixação de dados no IPFS, adicionando utilidade e valor de longo prazo ao ecossistema TREE.
A fintech londrina Finastra anunciou parceria com a Circle para integrar a stablecoin USDC à sua plataforma principal, Global PAYplus (GPP), que processa mais de US$5 trilhões em pagamentos internacionais diários. A integração permite que bancos liquidem transferências internacionais com USDC, reduzindo a dependência dos sistemas tradicionais de bancos correspondentes, conhecidos por elevar custos e atrasos. Com USDC, o processo de liquidação fica mais ágil e barato, aumentando a eficiência de liquidez e aprimorando a experiência em pagamentos cross-border.
A medida fortalece a adoção de stablecoins no setor financeiro tradicional e demonstra o interesse crescente de instituições em modelos de liquidação por blockchain. Com PayPal, Stripe e outros players investindo em infraestrutura de stablecoins, o USDC da Circle (segundo maior stablecoin, com 69 bilhões em circulação) está ganhando cada vez mais aceitação. Especialistas acreditam que a iniciativa pode acelerar a transformação digital e fomentar a inovação nas instituições financeiras.
A mineração de Bitcoin enfrenta desafios sem precedentes. No SALT, executivos da Cleanspark e Terawulf destacaram que o gasto com eletricidade representa cerca de metade do custo para gerar um BTC, comprimindo a margem de lucro. Com a procura por ETFs e infraestrutura de IA aumentando, mineradores precisam diversificar — por exemplo, monetizando energia — para enfrentar a pressão do mercado além dos ciclos de halving.
Ao mesmo tempo, o ecossistema Bitcoin avança em tecnologia e finanças. Lombard Finance lançou LBTC, token de staking com liquidez para Bitcoin, destinado ao DeFi multichain. Optimism fechou parceria com Flashbots para aprimorar ordenação e desempenho de transações no OP Stack. Hemi Labs captou US$15 milhões para desenvolver a rede programável Bitcoin e o hVM, ampliando aplicações de crédito e negociação. Esses avanços mostram que, apesar dos desafios da mineração, o Bitcoin vem se consolidando como um ecossistema produtivo e integrado.
A empresa canadense Luxxfolio está mudando de mineração de BTC para uma estratégia que utiliza o Litecoin como reserva, e ao mesmo tempo amplia infraestrutura relacionada. Na quinta-feira, protocolou prospecto de oferta pública de CAD 100 milhões (US$73 milhões), viabilizando captação via ações, dívidas ou outros ativos em até 25 meses. O CEO Tomek Antoniak definiu o Litecoin como “dinheiro forte” e prevê acumular 1 milhão de LTC até 2026. Charlie Lee, criador do Litecoin, integra o conselho desde junho.
Entretanto, a Luxxfolio enfrenta pressão financeira relevante: no segundo trimestre, não houve receita e o prejuízo líquido foi de US$197 mil (contra US$8 mil no mesmo período do ano anterior), restando apenas US$112 mil em caixa. Desde 2017, a perda acumulada chega a quase US$19 milhões. Recentemente, a empresa conseguiu manter operações graças a um aporte privado de US$844 mil. Analistas alertam que, embora haja crescente interesse institucional em reservas cripto, a falta de liquidez e os prejuízos elevados tornam arriscada a estratégia caso o LTC seja simplesmente acumulado sem utilizar de forma produtiva.
A SecondLive foi pioneira ao criar o primeiro metaverso autônomo com inteligência artificial, combinando agentes IA, ferramentas AIGC (Inteligência Artificial Generativa) e tecnologia blockchain para empoderar usuários, marcas e desenvolvedores na criação de ambientes imersivos e avatares digitais. Utilizando soluções como Gobetti e Calzone, e sistema econômico de dois tokens, já conquistou 4,7 milhões de usuários e conta com apoio de investidores líderes. Promovendo a ponte entre criatividade Web2 e inteligência Web3, a SecondLive avança nos setores de entretenimento, educação e simulação.
Referências
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